Informativo Rotário de Agosto de 2020
Comunicado Mensal do Governador Joel Chaves - Edição 02 - Agosto de 2020
Informativo Rotário de Agosto de 2020
Comunicado Mensal do Governador Joel Chaves - Edição 02 - Agosto de 2020
Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas
Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.
JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto
Emerson Toninello Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto Rotariano há 12 anos, Emerson é empresário e já assumiu diferentes cargos no clube para conhecer seu funcionamento. “Ser presidente do meu clube é uma honra, poder servi-lo e sobretudo crescer como pessoa, os treinamentos oferecidos no PETS são ferramentas para a vida, seja no âmbito rotário, na família ou profissional”, afirma. Segundo o presidente, sem entrar na esfera da saúde e seus necessários cuidados, a COVID-19 veio para modificar o relacionamento pessoal. “Com isto aproveitamos com mais intensidade algumas tecnologias que aí estavam (reuniões on-line), até então tudo era presencial, reuniões de diretoria às vezes canceladas porque alguém estava fora da cidade, encontrar um local para a reunião... Agora não, as reuniões podem ocorrer onde você estiver. Claro, que sentimos a ausência dos encontros presenciais, o companheirismo, a conversa de pé de ouvido, mas após esta pandemia, acredito que poderemos utilizar uma forma mista entre presencial e on-line, onde todos poderão participar. Outra inovação oriunda deste momento seria a gravação em meios digitais dos treinamentos, agora todo companheiro(a) interessado (a) terá acesso ao mesmo conteúdo que o presidente teve, isto é um ganho substancial na qualidade do repasse do conhecimento rotário”. Conforme o presidente, em relação aos projetos será possível visualizar necessidades das comunidades que, anteriormente, estavam ofuscadas. A arrecadação para os subsídios, enquanto durar a pandemia, será mais voltada à eventos drive thru e on-line (rifas, lives, shows). “Novamente: estamos nos reinventando. E acredito que o atual momento, de certa forma, seja favorável para novos associados, pois em muitas pessoas aflorou o desejo escondido de ajudar o próximo”. Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International
JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Eduardo Meurer, presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul
Rotariano há quase quatro anos, Eduardo Meurer é professor adjunto na Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul. Associado de um clube que ,já tem como característica a eleição dos próximos presidentes, com a antecedência de pelo menos três anos (como é feito com os governadores de Rotary), Eduardo vem se preparando durante todo esse tempo, que lhe permitiu adquirir bastante conhecimento sobre Rotary. “A presidência é mais figurativa, pois o Rotary Club de Jandaia do Sul é bem organizado e as funções dentro do clube são bem definidas, os próximos presidentes são escolhidos por eleição pelo Conselho Diretor e este planejamento facilita a transição de forma natural”, destaca Eduardo. Muitos encaram a presidência como uma árdua função e enquanto alguns clubes têm dificuldade em escolher o próximo presidente, para Eduardo exercer este cargo é uma grande honra. “Nós fazemos tantos projetos agradáveis, de grande impacto na vida das pessoas, que não somamos como um ‘peso’ assumir mais uma função na nossa rotina. A família participa, minha esposa, meus filhos estão sempre envolvidos. Para estar no Rotary é preciso que seja legal também, que o rotariano esteja se divertindo. Quando nos sentimos bem, fazemos naturalmente, não nos toma mais tempo, é como se fosse um hobby”, declara. De acordo com Eduardo, ser presidente em tempos de distanciamento social abriu possibilidades para se fazer Rotary de uma forma diferente. Em Jandaia do Sul, o clube tem convidado palestrantes diferentes para as reuniões virtuais, gerando mais discussões. Está previsto para ser fundado neste ano o Rotary Club Satélite Universidade, que já possui 6 associados, além de tornar o Rotary Club de Jandaia do Sul, Empresa Cidadã. Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International
Móveis Maldonado tem mais de 50 anos de história
Empresa Cidadã do Rotary Club de Janiópolis, a empresa familiar Móveis Maldonado já é tradicional em Janiópolis, com mais de 50 anos de história. Com seis funcionários, ela é especializada em artigos e móveis de decoração, sempre atenta às principais tendências do mercado de arquitetura e interiores. Segundo Regina Célia Lopes da Silva, sócio-proprietária da empresa, os investimentos destinados ao programa são uma forma de ajudar as pessoas mais necessitadas. Esposa de rotariano, ela explica que o marido já foi presidente da APAE de Janiópolis por duas gestões. “Prezamos por realizar boas ações, por ajudar ao próximo. Ser uma Empresa Cidadã foi uma maneira de colaborar ainda mais com o Rotary, pois conhecemos todos os pormenores que resultam nos projetos para a comunidade. Sabemos que podemos confiar”, afirma.
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