Todas as Publicações do Distrito

Com o agronegócio em alta, o “Programa Agro Cidadão” pode crescer muito mais

A Associação Brasileira da The Rotary Foundation (ABTRF), para facilitar a participação do produtor rural e agropecuarista, criou o “Agro Cidadão”, modalidade que permite a esse setor contribuir com a Fundação Rotária. Vale destacar que, em um ano atípico para todos, o agronegócio deve fechar 2020 em alta e foi um dos poucos setores não afetados pela pandemia do coronavírus, afirma o presidente da ABTRF, Mauro Carvalho. Ricardo Accioly Calderari, 73 anos, aderiu ao Agro Cidadão pelo Rotary Club de Campo Mourão-Verdes Campos, do qual foi um dos sócios-fundadores. Engenheiro Agrônomo, Ricardo é natural de Lapa (PR), mas mora há 50 anos em Campo Mourão, com a esposa Maria Joana, com quem tem três filhas. Cooperado da Coamo e da Credicoamo, ele ocupou por mais de três décadas a função de Diretor e membro do Conselho de Administração das duas cooperativas. Em sua propriedade, Ricardo cultiva soja, milho, trigo, aveia, entre outras culturas. A filha Graziela é seu braço direito na propriedade. “Quando cheguei em Campo Mourão, as terras daqui eram ruins, eu participei desse processo de transformação da qualidade que é hoje. Fui um dos cinco agricultores a implantar o Plantio Direto em Campo Mourão, que foi o segundo plantio direto no Brasil. Lembranças como esta, de participar do controle de erosão, não tem preço. Em 76, Campo Mourão era considerada pelo Ministério da Agricultura como município modelo”, afirma Ricardo.  Seu currículo é amplo em relação às entidades das quais fez e faz parte, sem falar nas inúmeras homenagens que já recebeu, entre elas, a de Cidadão Benemérito de Campo Mourão. Há 8 meses ele faz hemodiálise na Santa Casa, onde já foi vice-presidente por quatro anos. “Quero viver muito mais e o segredo para chegar até aqui foi participar de todas as entidades que participei, entre elas o Rotary. Ser voluntário nos transforma como pessoas, cidadãos, a gente conhece diversas histórias de vida que tocam o nosso coração, sem falar na contribuição que trazemos para a comunidade local e de outras parte dos mundo”. Em Mamborê, a proprietária da Fazenda Santa Helena, Dalva Araci Lopes Medeiros, 83 anos, foi empossada em outubro passado, como sócia-honorária do Rotary Club Satélite de Mamborê-Atena. Ela também entrou para o Agro Cidadão. Viúva de Constantino Lisboa de Medeiros, que foi fundador do Rotary Club de Mamborê, Dalva conhece a família rotária desde 1985. O filho Cezar começou no Rotaract em 1988 e é rotariano também. “Eu vivi a falta de energia elétrica antigamente e hoje participo de reuniões de Rotary on-line. Chega a ser uma utopia presenciar a transformação do Rotary ao longo de tantos anos”, destaca Dalva. Sua propriedade rural diversificou os negócios da agricultura, disponibilizando também uma estrutura para a realização de eventos. Agro Cidadão – O produtor rural recebe um Certificado da ABTRF; bem como um selo eletrônico, que pode ser incluído em seus e-mails e website como chancela de sua responsabilidade social. A cada US$1.000, o produtor rural pode, ainda, oferecer um Título Paul Harris emitido pela Fundação Rotária a uma pessoa de destaque. O Clube e Distrito de Rotary que sejam parceiros do produtor podem também divulgar a parceria através de Banner e comunicações locais/distritais.   Larissa Nakao - Comunicação Corporativa

Convite de Lançamento da Campanha - Mais CPFs Mais PROJETOS - 01/02/2021

Convite de Lançamento da Campanha - Mais CPFs Mais PROJETOS - 01/02/2021Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557  Senha MAISCPFS👇👇👇NOTICIA IMPORTANTISSIMA 👇👇👇O presidente Mauro e toda equipe do Seguro Solidário da ABTRF espera encontrá-los no dia 01/02 à 20h00min (horário de Brasília) para o lançamento da segunda etapa da Campanha do Seguro Solidário 2020-21. Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557  Senha MAISCPFSAbraços e até lá.Mauro DuartePresidente da ABTRF

Empreendedor em vários negócios, Grupo Rivesa tem em sua Missão colaborar com o desenvolvimento das pessoas ao seu redor

O Grupo Rivesa é Empresa Cidadã do Rotary Club de Maringá pelo terceiro ano consecutivo e atua em vários segmentos, que demonstram a versatilidade do grupo para inovar. As empresas que o compõem são: Rivesa: Concessionária de caminhões e ônibus Volvo; Boreal Powersports: Concessionária BRP (Bombardier Recreational Products). Comercializa jet ski da marca Sea Doo, quadriciclos e utvs da marca Can-am; Mondonex: Comercialização e gestão de imóveis de lazer através do modelo de multipropriedade; R2: Empresa voltada para a gestão do patrimônio e prospecção de novos negócios para o Grupo Rivesa. Tem como missão diversificar horizontes empresariais e continuamente, posicionar-se na vanguarda de empreendimentos nos mais diversos segmentos de atuação; Coluna Rental: Apresenta-se para empresas que demandam pela locação e gestão de bens automotivos de produção; Dealer Hub: É uma iniciativa independente e autônoma, que tem como principal objetivo aumentar a competitividade das empresas parceiras da cadeia de distribuição automotiva. O Grupo Rivesa é mantenedor e co-fundador do Dealer Hub. Com cerca de 350 colaboradores, a área de atuação do grupo está geograficamente localizada no Norte do Paraná e no Mato Grosso do Sul. Além de contribuir com a Fundação Rotária por meio do Programa Empresa Cidadã, o Grupo Rivesa investe e colabora de maneira contínua com instituições como a APAE e a Rede Feminina de Combate ao Câncer. “Além de, recorrentemente, quando nos é possível, destinamos parte dos impostos devidos via leis federais para o incentivo da Cultura e do Esporte”, informa o Diretor de Desenvolvimento Henrique Gandolfi Feio Ribeiro. Desde 2011, a Rivesa (Volvo) está na lista das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, segundo o Great Place to Work (GPTW). Sobre os investimentos destinados para a Fundação Rotária, Henrique destaca que em um país como o Brasil, o Grupo Rivesa entende que aqueles que podem, devem fazer algo a mais para uma sociedade melhor para todos. “Ouvimos, uma vez, de um executivo de uma empresa parceira do nosso grupo, que o principal papel de uma empresa é gerar lucro. Pois o lucro gera imposto, que teoricamente, deveria voltar integralmente à sociedade em troca de benefícios para a população. Concordamos quase que plenamente com isso, entretanto, quem tem condições deve fazer algo a mais, com propósito, atenção, impacto e qualidade. Muitas empresas querem fazer isso atualmente, porém essa não é uma tarefa fácil, pois os negócios são constantemente pressionados a produzirem melhores resultados”, afirma. Segundo Henrique, a dedicação de tempo e pessoas para esta missão pode atrapalhar o propósito principal do negócio. “Ser Empresa Cidadã é a oportunidade de investir em responsabilidade social, com a segurança de que sua contribuição financeira será empregada por gente muito séria e de valores éticos, de maneira transparente. A participação neste programa do Rotary International nos deixa imensamente satisfeitos, pois sabemos que nossa colaboração será destinada da melhor maneira possível, de forma estruturada e sempre com o objetivo de transformar a vida daqueles que mais precisam”. Expansão e Pandemia – De acordo com o Henrique, a chegada da pandemia do coronavírus trouxe preocupações, como em todos os negócios. “A incerteza era muito grande sobre o futuro a curto prazo, mas com o desenrolar do cenário, pudemos enxergar o horizonte com mais clareza”, declara. Na Rivesa, para caminhões, os primeiros três meses da pandemia impactaram os negócios, depois houve um retomada muito forte e acelerada no setor de transporte, impulsionado especialmente pelos resultados do agro. “Prova disso foi que nosso investimento em Três Lagoas se manteve (uma nova unidade da Volvo) e estamos com projeto de expansão da nossa cobertura territorial para 2021. Já em ônibus, o impacto foi maior devido aos desafios óbvios para o setor frente à pandemia. Felizmente, no nosso caso, a linha de ônibus é proporcionalmente muito menor que a linha de caminhões”. Mondonex: Devido à pandemia, o turismo mudou um pouco de longa distância para curta distância e isso favoreceu este negócio, que busca soluções de turismo com raio de 200km máximo. (Exemplo: Porto Rico – Maringá). Boreal Powersports: “A pandemia favoreceu esta linha de produtos, pois os clientes buscaram soluções para escaparem do tédio, evitando aglomerações à Jet ski e trilhas no caso”, diz o Diretor de Desenvolvimento. R2: O cenário foi muito instável nos três primeiros meses, posteriormente a confiança em investir voltou. Dealer Hub: Afetado somente no modelo de operação (100% on-line). O restante seguiu conforme planejado antes da pandemia.   Larissa Nakao - Comunicação Corporativa    

Artigo por Mário César de Camargo, Diretor do Rotary International: O Brazilian ou South American Storm no surfe vale para o Rotary?

Sintonize o canal de esportes radicais Off e conhecerá o Brazilian Storm: o grupo de surfistas contemporâneos brasileiros que tomou o surfe profissional de assalto, produzindo campeões mundiais, e quebrando a hegemonia americana e havaiana (sim, no surfe o Havaí é país independente). Poderíamos replicar o South American Storm no Rotary? Estou a seis meses do fim da gestão de seis anos, quatro como curador, dois como diretor. Nesses 66 meses, detectei um pequeníssimo número de brasileiros e sul-americanos nos comitês decisórios do Rotary e da Fundação Rotária. A morte prematura do curador Hipólito Ferreira por covid, em meados de novembro, me fez aprofundar a reflexão sobre os espaços ocupados por nosso continente. As posições de direção do RI-TRF somam mais de 200, considerando alguns comitês provisórios, permanentes, diretores, curadores. Não considerei para análise os cargos zonais, privativos dos nativos, como coordenadores regionais, EMGAs, Pólio, DQA, Fundação, Imagem. A América do Sul tem seis representantes nos comitês mundiais do Rotary e Fundação, traduzindo pouco menos de 3% dos quadros. Vale lembrar que somos 74 mil rotarianos nas zonas 23 e 24, aproximadamente 6% do quadro de associados mundial. Em comparação, os EUA, com um quarto da população rotária mundial, retém mais de 35 % das posições em comitês. Como preposto da região no Conselho Diretor, uma das minhas preocupações estratégicas é aumentar o efetivo humano da cultura sul-americana nos comitês do Rotary-TRF. Mas, na indicação, confesso por vezes minha ignorância a respeito dos talentos zonais, para ocupar postos na direção. Proponho um caminho de qualificação para o futuro: Um levantamento dos talentos zonais, com desempenho, metas atingidas, programas e projetos realizados, analisados sob a ótica dos interesses do Rotary. Quadro associativo, captação para a Fundação, imagem pública dos projetos. Dados objetivos, resultados permanentes (não vale restringir ao ano de governadoria, ou presidência de clube; também o legado e a contribuição ao sucessor devem entrar no mapa); Um programa de qualificação. Entram dados subjetivos, como proficiência de língua, disponibilidade no momento da assunção da tarefa, trânsito entre os companheiros, capacidade de seguimento de programas e aglutinação de voluntários. Líderes futuros devem ter mentores, capacitação, atualização de informações da sede, participação nos eventos e seminários de treinamento; Promoção das lideranças emergentes, mitigando o caráter político das disputas por cargos, permitindo a ascensão de mais líderes, diversificando e desconcentrando as indicações. É tarefa hercúlea, fatia considerável dos resultados advém do brilho do protagonismo, da autopromoção, é inexorável o embate temporal, em determinadas circunstâncias. Mas a conexão rotária deve prevalecer. Todos somos líderes, e o ambiente democrático do Rotary permite propostas divergentes, não necessariamente beligerantes. Tolerância e rotatividade são cláusulas pétreas da constituição rotária. No meu sonho de consumo rotário, teríamos dez ou doze posições ocupadas por sul-americanos no Rotary-TRF, nos próximos cinco anos. O Rotary inseriu diversidade nos seus valores e a cultural é uma faceta da diversidade. O fato é: a América do Sul está sub-representada no Rotary. Mas a ocupação do espaço, no Rotary moderno, passará por estratégia, qualificação e apresentação de resultados. A começar pelo crescimento do quadro associativo e da arrecadação para a Fundação, cujos promotores serão os futuros líderes no nosso continente. Quem sabe não teríamos um South American Storm no Rotary?  

Netw-i Telecomunicações foi pioneira da internet em Rondon

Darcy Luiz de Andrade, 54 anos, associou-se ao Rotary Club de Rondon há cerca de dois meses e logo tornou o seu negócio uma Empresa Cidadã contribuinte da Fundação Rotária. A Netw-i Telecomunicações foi planejada em 2001 e em 2002 iniciou as atividades. “A internet era discada e poucos tinham acesso. Construí em Rondon uma rede de 75 km que serviu de modelo para grandes empresas e até multinacionais como a Furukawa. Funcionários desta multinacional japonesa, com afiliadas no Brasil, vieram na época conhecer o trabalho de Darcy. “Trocamos ideias e experiências porque a rede que eu construí fez com que todas as pessoas tivessem internet sem uso de telefone na região”, relembra Darcy. O empresário ressalva que, ao longo destes 18 anos de mercado, busca oferecer uma internet de qualidade, com responsabilidade, segurança e preço acessível para toda a sociedade. A Netw-i Telecomunicações atende Rondon e região, em cidades como Indianópolis e tem planos de expansão para o próximo ano. Darcy também tem negócios em parceria com outras empresas do mesmo ramo na cidade de Maringá. São 5 colaboradores diretos e 5 indiretos. “Em alguns períodos do ano chegamos a ter mais colaboradores indiretos, avaliamos conforme a necessidade”, explica. Por 10 anos, Darcy fez parte da diretoria da Redetelesul, Associação sem fins lucrativos, regida por estatuto, formada por micro e pequenas empresas que promovem a verdadeira inclusão digital, levando o acesso à internet aos mais diversos lugares do país. O empresário afirma que o seu ramo de atividade teve um crescimento acima da média por conta da pandemia.  “Na fase inicial, o fator ´ficar em casa´ levou as famílias que ainda não tinham internet a contratar o serviço. Já era uma necessidade antes da pandemia ter internet, agora é definitivamente essencial. Muitas empresas vão continuar no home office, para algumas profissões é mais lucrativo e cômodo para ambos os lados, empregador e funcionário”, avalia.    Larissa Nakao - Comunicação  

Localizar site dos clubes